quarta-feira, 12 de setembro de 2007

A conversa

A data. Eis o assunto. Que puxou o começo. Que puxou antes. E engatou a conversa descontraída. De guarda totalmente baixa falamos, rimos. Desvaneamos nos "e se..." que não aconteceram, mas podiam. Quando você perguntou 'quando' eu assustei e pensei: homens também pensam nisso? Como você soube que eu estava pensando nisso, que é por esses dias? Você simplesmente sabe, como eu. A conversa morreu, mas o assunto ainda voltou no mesmo dia.
Entreguei os pontos. Eu não fui lá pedir um autógrafo - mesmo que tenha feito isso -; eu só fui lá confirmar se era você mesmo quem respondia aos e-mails. Era um truque e você caiu. Porque apesar de tudo, eu não tinha certeza. Aliás, a incerteza era tamanha que a pergunta saiu exatamente assim: - Não sei se você se lembra de uma menina que te escreveu um e-mail dizendo que queria ser Malu. Então ... E eu nem precisei completar a frase, terminar o raciocínio. Antes disso você me olhou, sorriu e estendeu os braços indicando qual era o caminho mais curto para um abraço. Certeza acompanhada de olhar surpreso, sorriso e abraço é melhor que qualquer coisa. Eu soube e você ainda completou: - Eu tenho o seu e-mail guardado até hoje.
Você pode até questionar - E se eu tivesse dito que não lembrava, que eu recebia milhares de e-mails como aquele? - porque a gente sabe que não foi assim que aconteceu.

3 comentários:

ju disse...

hummmmmmmmmm :) ahahahahah oi Driiiiiiii to de volta a sampa! :)
beijos

Menina com uma flor disse...

Eba! Quando nos vemos, então????

ju disse...

hahah :) tem que ser na outra semana depois do meu aniversário, assim comemoramos a data, que tal????????