terça-feira, 2 de março de 2004

O JR, o cão doente, fez alguns exames e se em uma semana os remédio fizerem o efeito desejado (diminuir o coração que está 30% maior e eliminar os líquidos retidos) ele vai poder ser operado e tudo vai ficar bem. Apesar dos 13 anos de idade o veterinário disse que ele tá bem. Mas o rémedio do coração ele vai ter que tomar pra sempre. Parece gente! Aliás o rémedio é de gente!

segunda-feira, 1 de março de 2004

Final de semana horripilante. Cachorro doente. Preocupações, choros. Medo. Mais uma vez começa a saga: cachorro, sangue, médico, sofrimento. E esta noite nem preguei os olhos tomando conta dele.

domingo, 29 de fevereiro de 2004

O jornalismo é uma literatura que exige rapidez.

Ou alguma coisa assim. Ouvi em Noiva em Fuga.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2004

Não tem jeito: eu odeio quintas-feiras!

Ontem, recebi uma surpresa muito gostosa. Mesmo não tendo tempo pra matar as saudades da minha amiga querida. Ela passou em casa e deixou um presente. Um livro. Ame e dê vexame, Paulo Freire. Será que entendi as entre linhas ? É, foi o que perguntei pra ela quando nos falamos à noite... Ela me conhece bem e sabe dos micos que já paguei em nome do amor. É, ela tem razão. Melhor nem discutir.

Hoje o dia foi meio punk e meio pink. Apesar de uns poucos pesares eu vou sobrevivendo. Entre trancos e barrancos. E hoje é sexta-feira. O melhor motivo de todos para sorrir. Ah, e o sol ainda voltou a brilhar.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2004

Lisbela e Leléu me esperam depois do trabalho. Ontem foi a vez de me aterrorizar com Hanibbal. Não vi um monte de cenas. Preferi me esconder embaixo das cobertas. Mas não vejo a hora de voltar do trabalho pra me deliciar com a história de Lisbela mais uma vez.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2004

Um adendo: meu amigo sofreu acidente de moto, na sexta-feira. Apesar da gravidade só quebrou os dedinhos do pé. Será que isso explica o pressentimento?
Meu feriado foi bom. Foi porque já acabou. Fui pro sítio com irmãs, amigos e namorado. Foi divertido porque meus amigos quando chegam lá são seriamente acometidos por um ataque de bobeira. Então, o resultado são muitas risadas. Apesar da chuva que não parou. E acabei indo em três dias até Budapeste e Rio de Janeiro. Já que o tempo estava bem propício estive em companhia do livro do Chico Buarque. E eu amei. Amei umas frases que se tratavam de sentimentos, exatamente porque são frases que dizem de coisas que eu mesma sentiria. Ainda preciso reler e anotar com calma as frases. Já estou de volta desde ontem à noite porque hoje ainda tenho que trabalhar. Valeu a pena um feriado curtinho. Descansei um pouco, li muito e ainda tem uns dias aí pela frente. Trabalho, mas sem faculdade.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2004

Cortei as melenas. Não! Ou melhor, deixei as pontinhas no cabelereiro e uma partezinha da frente. Nada demais. Mas fiquei feliz da vida. Boba, né?!

Ontem tava com o coração apertadinho. Pressentimentos. Vai saber.

Feriado aí. Sítio por poucos dias porque tenho que trabalhar. É isso aí. Pelo menos nada de aula.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2004

Um pouco atrasada, mas antes tarde do que nunca:
Petit Gateau + sorvete + fotos + amiga = terça-feira perfeita + uma quarta-feira com sono

terça-feira, 17 de fevereiro de 2004

Não é a primeira vez que eu leio aqui a crônica do Eduardo Loureiro Jr. e me encanto, mas desta vez tocou fundo e me fez entender porque alguns fantasmas continuam por aqui...

O amor não acaba
"(...) A gente desconfia que o amor não acaba quando a gente esbarra sem querer com ele. Tem gente que pensa que é só uma saudade do amor, mas não, é o amor em pessoa, quase envergonhado de estar se encontrando de novo com você após tanto tempo. Deve ser triste para o amor se encontrar com você de novo e você achar que é só um fantasma do amor. Da próxima vez que encontrar o amor, não tenha dúvidas de que é ele mesmo (...)
.................................................................................
(...) E não adianta você argumentar que foi uma descoberta puramente intelectual, que você apenas percebeu que os amores todos da sua vida não tinham acabado, como você pensara até então, que eles continuam por aí, sabe-se lá exatamente onde, talvez na alma, no quarto chacra ou simplesmente entre os dedos do pé que o antigo amor massageava como se fosse o objeto mais precioso do mundo.
Nisso você leva um tapa na cara.
..................................................................................
O desfecho é previsível. Quando um não quer, dois não brigam, mas um se separa mesmo sem o outro querer, e seu novo amor vai virar ex-amor. Pra você não tem muita importância. Não porque você não o ame — apesar do tapa na cara e da insensibilidade diante de uma descoberta tão extraordinária —, mas porque você sabe que o amor não acaba, se o amor antigo não acabou esse novo ex-amor também não vai acabar. Você vai encontrá-lo de vez em quando, talvez quando um vento quente soprar repentinamente em seu rosto do mesmo lado do tapa. Então que lhe importa que ele parta se ele não vai partir de verdade.
Seu novo ex-amor está arrumando as malas, muito enciumado para perceber que não poderá sair, que jamais conseguirá lhe deixar, que ficará por aí, porque você já acredita mais em fantasmas de amor nem em saudade."

Aqui está só uma parte. Vale a pena ir lá e ler na íntegra.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2004

Sem palavras, ultimamente. Na verdade, sem novidades. Tudo igual, tudo diferente. Aulas novas com professores velhos. As queridas amigas. Algumas saudades. A professora querida. Minha ?dala! O trabalho que est? me deixando de verdade feliz. Crescer, aprender, realizar-se. Algu?m duvida que t? feliz ?
Aulas legais. Unhas cor de uva. Livros para ler. Muito a fazer. Mas é assim que eu gosto.

domingo, 15 de fevereiro de 2004

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2004

Eu li uma crônica (?) na Caros Amigos que amei. Achei mais do que por bem que deiva postar. Então aqui vai:

Saudade, por Ana Miranda.
Os meus amigos niilistas diriam que a saudade não existe, que não existe a saudade de um país, de um neto distante, da mulher amada, da aurora de nossas vidas que os anos não trazem mais, diriam que aquilo que chamamos saudade é apenas um sentimento de que perdemos alguma coisa nossa dentro de nós mesmos e não somos capazes de encontrar, diriam que saudade é apenas a nostalgia do outro, que sentimos saudades do que gostaríamos de ser, saudades do futuro, saudades do paraíso, do que não soubemos agarrar, do que não pudemos viver, do que nos foi oferecido e deixamos escapar, e o nome verdadeiro da saudade seria possessividade, ah teorias, diriam que sente saudades aquele que não ama a si mesmo o bastante para se bastar a si mesmo, mas, meu Deus, quem é o bastardo que se basta a si mesmo? Somos todos órfãos de nós mesmos, Clarice Lispector escreveu a bela frase, Ah quando eu morrer vou sentir tanta saudade de mim... e diriam que sentimos saudades de nós mesmos, mas seja assim, seja assado, a saudade dói, e como dói, e parece que mais da metade da humanidade passa mais da metade da vida sentindo saudade, seja a saudade assim ou assada e tenha este nome ou tenha outro, a verdade é que ela fica ali como um buraco no peito, um vazio, uma frente fria que não passa, uma muda cotovia, a saudade é uma contra-flor, diria o poeta Marco Lucchesi, a saudade é a sombra do nada, a superfície do nada, o não-perdão por aquilo que se foi, ou que nunca foi nem é e nem será, e vagamos à procura de um rosto, de uma infância, de um país, de um paraíso perdido, em estado de quase, o quase-ser no quase-dia, e a saudade nos deixa sensíveis, pálidos e felizes, reclamando a vida, ansiando o outro, invadidos pela inquietação dos anjos, e cheios de pedaços perdidos aos nossos pés ou dentro de nós graças a Deus, e somos escritos pelo vento, perto do fundo das coisas, tomados das memórias, das miragens e dos sonhos que, de outro modo, não poderíamos ver.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2004

Da série das cenas filmatográficas* inesquecíveis:
Filme : O casamento do meu melhor amigo.

# o almoço onde George e Juliane contam como se conheceram para os noivos e família e cantam I say a little pray for you

# George e Juliane dançando no barco

# quando Juliane oferece a música deles ao casal (sempre choro!)

# quando o celular de Juliane toca é seu amigo Gay e ela sai atrás dele no salão e eles dançam

* eu ia colocar cinematográfica, mas ia fazer uma cacofonia bem feia. Então, coloquei essa palavra e eu nem sei se existe !

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2004

Nada como voltar às aulas. Rever as pessoas querida e até as não tão queridas, por assim dizer. Mas estou um caco. Tenho certeza que as primeiras semanas de faculdade-trabalho vão ser um pouquinho difíceis. Mas tudo bem. Apesar de cansada e morrendo de sono, não consigo desligar. Então, aproveitei para fazer um mousse de chocolate. Acho que vai ficar delicioso.
Quanto às minhas aulas, esse semestre estou bem mais empolgada. Além do fotojornalismo, esse semestre vão ter mais aulas específicas como Técnica de Reportagem com a minha professora e cordenadora predileta e que também vai me dar Jornalismo Contemporâneo. Tem Filosofia com o professor fofo do primeiro semestre e Planejamento visual que também parece legal, mas o professor é desconhecido - até amanhã.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2004

Final de semana com o ciso mandando recado. Segunda-feira, as costas. Assim não dá. Mas amanhã começam as aulas e eu não vejo a hora.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2004

Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier. Provérbio Chinês

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2004

Tem gente que têm vocação pra ser io-io. Só pode ser isso. Quando interessa, à ele - logicamente -, aparece pra dar oi e depois de perturbar, some. Mas, acho que to vacinada. Pelo menos de longe.
Eu queria ter escrito isso ontem, mas não deu tempo: Ciúmes é uma mer**! E tenho dito.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2004

Ontem o dia foi pior do que imaginei. Achei que o dia ia ser pesado pela quantidade de trabalho, mas ele acabou sendo pesado pela quantidade de cólica. Trabalhei de casa. E hoje ainda têm cólicas aqui me atormentando.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2004

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2004

A saga da viagem. Quando cheguei em casa pra fazer as malas e partir, na sexta-feira de noite, não tinha luz no meu prédio. Então lá fui eu 15 andares escada a cima... cheguei em casa e com uma vela na mão fui a caça de uma mala... até que voltou a luz. Ótimo. Arrumei a mala e saí. Só que tive que descer de escadas, já que - infelizemente - uma fase tinha queimado no prédio e os elevadores não funcionam assim... 15 andares, ou melhor 16 pra descer na garagem, abaixo. Viajei tranquilamente. Mas quando cheguei no sítio também não tinha luz. Uma chuva torrencial tinha acabado com a luz. Mas por sorte tinha sido só uma fase. Irônico, não? E lá no fundo tinha luz. Então fiquei no fundo assistindo tevê até resolver ir deitar.

domingo, 1 de fevereiro de 2004

O final de semana foi bom... acabei indo viajar. Interior. Sol, enquanto eu sei que aqui o tempo não ajudou muito. Voltei com uma cor linda. Sábado e domingo foram recheados de sol, piscina, boiando na piscina pra tomar sol, muito refrigerante, uma blusinha nova e um presente pro melhor amigo. Ainda não consegui comprar meu livro. Lá no interior não tinha. Preciso ir na Fnac. E nas Lojas Americanas ou na Kalunga pra comprar minha pasta do semestre. Mas as aulas só começam mesmo dia 11. Ainda tem tempo.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2004

A minha dúvida agora é: Qual desses livros comprar ?

A ditadura envergonhada 1.
Budapeste.
Mulheres que correm com lobos.
A viagem de Theo.
O apanhados no campo de centeio.


Ó, dúvida cruel.
Vício é uma coisa complicada. E, ontem, tive uma crise brava de abstinência. Em menos de sete dias eu li dois livros. Não eram livros grandes, os dois eram finos. Foram: Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?, de Allan e Barbara Pease e O velho e o Mar, de Ernest Hemingway. E minha irmã comprou Decifrar pessoas. E eu terminei de manhã O velho e o mar e fui em busca do livro novo. E entrei em crise quando constatei que ela tinha levado para o trabalho. De noite, a mesma coisa. Vontade gigante de ler, mas sem livro. Preciso urgentemente ir à uma livraria. Vício de leitura, me mata. To precisando muito ler. E esse ano não fiz lista de promessas, nem de desejos. Fiz sim, uma lista de livros que preciso muito ler... e vou em busca deles ainda esse final de semana.

terça-feira, 27 de janeiro de 2004



Ontem, fui assistir O sorriso da Monalisa. Adorei. Além das atrizes serem maravilhosas, a trilha sonora e a fotografia também o são. Imperdível. Um filme de época sobre ética, limites, amizade e amor. Sobre hipocrisia, arte, aprendizados muito mais do que sobre ensinamentos...

domingo, 25 de janeiro de 2004

Como eu prometi aqui está a foto do Lucca... Só pra comprovar que ele está a coisa mais gostosa desse mundo... Se quiser ver mais uma foto clique aqui.



sábado, 24 de janeiro de 2004

quinta-feira, 22 de janeiro de 2004

Mesmo já tendo assistido Como perder um homem em dez dias, ontem eu re-assisti. Já que minha irmã alugou, eu aproveitei. Comendo pipoca e petit gateau (será que é assim que se escreve?) eu me deliciei. Ri muito.
E uma noite pra lá de conturbada. Sede de madrugada e nada de conseguir dormir depois. E quando, finalmente, consigo ainda tenho sonhos maluquíssimos. Esse menino não pode voltar pra minha vida! Não pode e não vai. Já basta e-mails e mensagens no celular. Agora, sonho ? AAAAAAAAAA NÃO!

terça-feira, 20 de janeiro de 2004

Telefonema da Xará mais querida do Planeta só pra me tranquilizar e dar uns conselhos de cuidado. Tem coisa melhor? Garanto que não!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2004

Pior do que ser assaltada é reencontrar quem te assaltou. Assim, sem querer. Ele passou de moto (diferente da qual me assaltou) e me viu, assim como eu o vi. Fiquei assustada e entrei na perfumaria. Nada da minha mãe chegar e nada dele passar. Resolvi sair. E enquanto aguardava ele passou de novo. Me encarando. Entrei de novo na prfumaria e só saí quando minha mãe chegou. Medo, pavor.
No final de semana eu também assisti um filminho. Honra e Coragem - As quatro plumas. Com Kate Hudson e Heath Ledger. Ela que já fez Quase famosos e Como perder um homem em dez dias e ele, o lindo de Coração de cavaleiro e o fofo de Dez coisas que eu odeio em você. O filme é bom, apesar de ter muita luta e sangue que eu não gosto. Tem um romance que fica meio esquecido e Kate também acaba aparecendo pouco e fica sem mostrar como é boa. Mas até que valeu pra sexta-feira de noite quando a gente está querendo descansar. O que eu achei mais legal foi o significado das quatro plumas.
Não tem nada mais gostoso que criança. O Lucca está além de grande, um fofo. Mesmo sem ter contato comigo foi a o bebê mais doce. Com direito a beijos, abraços carinhosos, dengo, caretas e tudo mais. Ele com aquelas bochechas fofas e um cabelo de topete mais lindo. Não deu pra resistir ao encanto desse bebê. Andando de um lado pro outro e encantando a todos. A Le tá bem. Também encantada pela criatura linda que pôs no mundo. Também pudera. Se der coloco fotos aqui depois.

sábado, 17 de janeiro de 2004

Vontade de rir na cara de alguém. Será que ele não percebeu que já passou? Sarcástica. Essa sou eu, hoje.

Hoje vou no aniversário do Lucca. Um ano passou muito rápido. Depois conto como estavam mãe e filho.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2004

Dúvida; eis a questão. Acho que vou me pré-sindicalizar. A questão é: Será que vale a pena?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2004

Duas músicas seguidas que me lembram você. E olha que hoje você resolveu até mandar e-mail. Apareceu assim, de diversas formas. Só pra me fazer lembrar como era bom, apesar de todos os pesares. E olha que não eram poucos. E enquanto canto, sorrio e me lembro de tudo que você me disse. De quando a gente se reencontrou depois de tanto tempo. Saudades de você. Saudade de nós. Saudades dessa época. Mas, ao mesmo tempo, feliz por ter acabado. Por eu - depois de tantas lágrimas, tantos telefonemas, tantas coisas - ter superado. Por ter conseguido falar com você e te desejar tudo de bom esse ano, sem sobressaltos do coração e te ver como um amigo. Feliz. Te ver ia ser estranho. Ao mesmo tempo que quero, não sei se já estou preparada. Tenho medo de constatar que ainda bate forte e que pode voltar a doer. Tenho medo que tudo se repita, passo a passo. Essa divergência de querer me confunde, quando o assunto é você. Quando há uma possibilidade de nós, mesmo que remota. Mesmo que pequena. No fundo, ainda sonho. Para que seu caso seja como o outro. Para que eu entenda e acabe desistindo, quando finalmente consigo.

O post ia ser sobre outra coisa. E agora já nem lembro mais o quê. Mais não deu pra evitar!

terça-feira, 13 de janeiro de 2004

Hoje nada me agrada. To meio acelerada, como se alguma coisa estivesse pra acontecer.
E tudo o que eu queria era um doce, bem gostoso. Pra quem sabe assim me acalmar. E a vida devia ser mais fácil.

Hoje começa o BBB.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2004

Sexta feira eu trabalhei tanto que não tive pique pra continuar na frente do computador pra postar. Então desencanei e resolvi descansar um pouco. Fui ao encontro dos Picaretas, que rendeu muitas risadas. Na volta pra casa, o carro da minha amiga resolveu pifar: do nada! Então, até conseguirmos chegar em casa, demorou. E quando, finalmente, conseguimos, fui dormir.
Sábado muito sol, sorvete, cerveja de noite. E também um telefonema. Assim, meio por acaso. Um menino encantado por mim e encantador que resolveu ligar pra cobrar a minha ausência. Quem não gosta de ser querida ? Pois, é... to assim! Porque mesmo depois de quase três anos, ele ainda se lembra de mim. Mesmo que nada, nunca, tenha acontecido. As pretensões deixam mais lembranças do que os fatos, é isso que eu posso constatar. A iminência, o quase deixa marcas profundas. Ainda mais quando a falta de ter acontecido não foi por um não, foi só por causa do destino mesmo.
Domingo, sol, sombra, água fresca. Piscina, só pra recuperar o bronzeado que já tinha ido embora.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2004

Pra módicompensar a tristeza de ontem eu assisti, quando cheguei em casa, à Bela e a Fera. Só pro dia terminar bem levinho. E eu esquecer o que tinha acontecido.

Hoje o oculista não me deu nenhuma causa para a dor de cabeça que resolve surgir do nada, sem motivo e com força. Com a vista está tudo certo. O jeito é tomar analgésico e deixar tudo como está.
Dia feio, com chuva. Não gosto não.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2004

Quando as coisas começam a dar errado não tem jeito. Em casa, os problemas de sempre e nunca acabam re-começaram. Ano novo, problemas velhos. Mas que mesmo assim não cansam de perturbar e ter novas versões e novas complicações. Ontem, fiquei pensando nisso muito antes de dormir.
E hoje, para acabar de completar, eu e minha mãe fomos assaltadas. A sorte que o cara não apontou a arma e nem aconteceu nada. Somando ele levou cinquenta reais. E me deixou em um estado péssima. Na rua de trás da minha casa. To com raiva, com dor de cabeça, triste. Um dia que devia nunca ter começado. Só queria que terminasse logo.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2004

Dor de cabeça. Acho que é a vista dando sinal de alerta. Oculista para quinta-feira. Acordar cedo, portanto. Vontade de lagartear no sol, mas no momento não posso. Acordei tarde porque fui dormir tarde. Fiquei assistinso, finalmente, Quase famosos. E descobri que o CD2 do DVD era uma versão estendida. Então, foi essa mesma que peguei pra assistir, mas achei que ia ter um final diferente. Tudo igual, exceto pelas cenas que foram editadas e cortadas. Um pouco maior que o outro. Valeu a pena.
Se fosse pra me definir hoje eu diria: Vaga. Estou meio vaga, parece que sem rumo. Não dá pra entender. Sensação estranha. Nem boa, nem ruim. E muita dor de cabeça pra acompanhar.

domingo, 4 de janeiro de 2004

Ontem, a noite estava meio entediada. Então, resolvi ir para a cozinha assar uns biscoitos. Assei muitos! Daí sentei aqui para ler e tomei um cházinho de hortelã até que o sono batesse. O dia começou meio preguiçoso. Com filme no DVD. Quase Famosos, pela milionésima vez. Pelo menos, até que a tv pifasse. Desisti, com raiva. Até, no final da tarde, ter coragem de mudar o DVD de tv. Assisti enquanto você dormia. Fofo. Sandra Bullock é mesmo linda! E ela deve ter um critério para fazer filmes. Se passar em Chicago. Pelo que eu me lembre, a maioria dos filmes que ela faz é em Chicago. Filme e os biscoitos que assei ontem. Tenho que fazer uma coisas e o dia terminou. Que pena. E amanhã é segunda e começa tudo de novo.

sábado, 3 de janeiro de 2004

To aqui sentada no computador lendo uns blogs e tudo o mais. E meu cachorro está embaixo da mesa, deitado e dormindo. Nossa, eu fico olhando ele... ele é a coisa mais linda do mundo. Quando o pai dele era vivo e depois que ficou velho e ele só dormia, a gente pegou a mania de prestar a atenção nele, só pra ver se ele continuava respirando e tava tudo certo. Com o jota ( na verdade, ele chama JR, ou seja: jotaerre, mas pra abreviar é jota mesmo) eu faço a mesma coisa. E agora, tava aqui olhando pra ele e pensando: como esse cachorro é lindo. Ele pode ser chato porque late muito, porque ficou velho e ranzinza, mas que eu amo esse cachorro, eu amo. Amo tanto que até dói.
Ontem, também fui no cinema. Assisti Sexo, Amor e Traição. O filme é muito bom. Ok, sou suspeita pra falar já que amo cinema nacional. Mas eu adorei. Adorei a fotografia, a trilha sonora, as beldades que estão no filme. Tudo se complementa. Fábio Assunção no seue stilo cafajeste está uma delícia. Malu Mader é simplesmente linda. Alessandra Negrini, a mal humorada, também é boa. Heloísa Perisse nasceu mesmo pra ser palhaça. A veia cômica dela é evidente ou será que os diretores também deviam explorar outro lado dela??? Murilo Benício faz um papel que parece com ele: intelectual. Enfim, amei. Amei mais ainda ver a sala do cinema lotada. Eu gosto de ver as pessoas prestigiando o cinema nacional. O ano passado, o cinema nacional teve um aumento de audiência de 200%. Gostei muito de ler essa notícia outro dia. Amo cinema nacional. E amo quando todos também vão ao cinema assistir filmes brasileiros. Só sei que o filme valeu muito a pena. Assistiria de novo. Como muitos brasileiros que já tive o prazer de assistir.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2004

A virada do ano foi, novamente, com salmão. Como no ano passado. Desta vez, em São Paulo mesmo. Já que hoje estou trabalhando. O dia primeiro foi bom. Devia ter sido melhor, mas a frente fria e a chuva atrapalharam. Acabei indo no cinema assistir a última parte da trilogia Senhor dos Anéis. Gostei. Principalmente da fotografia. O filme é muito demorado - cerca de 3 horas e meia - mas era de se esperar, afinal todos foram assim. Acordei tarde, comi bastante e assim se foi...
Hoje, dia normal. Nada demais, a não ser esse frio que resolveu assolar São Paulo. Não vale! Estamos no verão... alguém está precisando internar São Pedro em um sanatório. Ele já não sabe mais quais são as estações do ano e nem as características de cada uma.
São Pedro, tá me ouvindo??? Estamos no verão. As chuvas, nessa época, são no fim da tarde e são rápidas, só pra refrescar. Faz muito calor!!! O senhor deve estar invertendo alguma coisa por aí... Dá uma ajudinha, pois estou em um país tropical. Queremos desfrutar da praia, piscina, sol. Ok? Minha marquinha de biquini está ótima, mas eu queria mantê-la, pode ser? Obrigada.

terça-feira, 30 de dezembro de 2003

Deixo vocês em 2003 com uma crônica de Martha Medeiros... aproveitem para pensar se 2003 valeu ou não.
Até 2004!

Retrospecto
Martha Medeiros

Como avaliar se este ano que passou foi bom ou não? Se o critério de julgamento abranger tudo o que aconteceu no mundo, 2003 não foi lá essas coisas. Enquanto houver este exagero de violência nas regiões em conflito, nas grandes cidades, nos barracos, nos estádios de futebol, dentro das escolas, dentro dos presídios e dentro dos lares, vai ser difícil olhar pra trás e dizer que valeu.

Mas se o critério for pessoal, 2003 pode se salvar. Vai depender de como você mede sua felicidade, a que você atribui os bons momentos. Se um ano bom é um ano em que você ganhou dinheiro pra burro e choveu muito na sua horta - afetivamente falando -, então as chances de você soltar foguetes, cá entre nós, diminuem bastante, porque dinheiro e amor não são coisas que estejam caindo do céu. Mas você pode avaliar 2003 com mais pé no chão.

Conte quantas vezes você se reuniu com os velhos amigos, quantas vezes conseguiu escapar da rotina e viajar para um sítio ou praia, quantos livros legais você leu, quantos filmes sensacionais você viu, quantas músicas você ouviu no rádio que fizeram você repetir o refrão no chuveiro. Conte também quantas vezes você comeu seu prato preferido, quantos litros de cerveja você cretinamente entornou sem culpa, e seja sincero: você riu mais ou chorou mais? Quantos mergulhos, quantos quilômetros percorridos em caminhadas, quantas vezes você se olhou no espelho e pensou: posso não ser top model, mas não sou de se jogar fora. Uau.

Naturalmente, você deve ter tido alguma decepção amorosa, talvez até tenha sido demitido, mas pra crescer é preciso enfrentar essas encrencas, diga aí o nome de uma pessoa madura e bem resolvida que tenha passado a vida sem sofrer a parte que lhe toca.

Se você não pegou nenhuma doença grave, se você não perdeu nenhum parente próximo, se você não aprontou nenhuma sacanagem com ninguém, se o pior de 2003 foi ter sido mais um ano repetitivo, igual a todos os outros, então você está no lucro. E mesmo que tenha passado pelas piores coisas do mundo, boas notícias: acabou. Feliz ano novinho em folha.
Que venha 2004. Cheio de realizações para todo mundo. Com muitos sorrisos, músicas, beijos, abraços, brilho nos olhos, lágrimas de alegria e de tristeza, coisas boas e coisas ruins. Porque até as coisas ruins, acabam sendo boas. Que 2004 seja um ano de realizações. Ainda maiores do que as de 2003. Para todos. Façam seus pedidos e seus agradecimentos.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2003

Ontem assisti muitos filmes. O primeiro foi Palácio das Ilusões. Muito bonito. No começo é meio chato, mas história de amor sempre me prende. O filme se passa em 1800 e pouco. Vale a pena quando não se está fazendo nada.

Depois assisti Colcha de Retalhos com Winona Ryder. Simplesmente maravilhoso. Se trata de muitas histórias de amor, que ajudam a finalizar a principal. O filme é como uma colcha de retalhos, histórias picadas que se unen para finalizar uma grande decisão. Sim, o filme também fala das decisões que a gente precisa tomar. Fala de coragem. É lindo, simplesmente. Vale muito a pena.

E o último foi Requiem para um sonho. Tanto falam desse filme que resolvi que tinha que assistir. Altamente doido. Meio estilo Laranja Mecâncica onde as músicas tem grande impacto com as cenas sobre o telespectador que fica meio doido. As tomadas são diferentes, o que faz do filme muito bom. Mais é um filme nada legal. Claro, que tem aquela moral e tudo o mais... só que eu preferia ter ficado sem assistir. Com esse nome eu imaginei alguma coisa mais leve. Talvez fosse ignorância minha nem saber do que se tratava o filme, mas tudo bem. Já passou.

E hoje lá vou eu: Linda e bronzeada trabalhar. Porque a vida é assim!

domingo, 28 de dezembro de 2003

Aproveitando esses dias para tomar sol. Até que to bronzeada. O único problema é que eu odeio tomar sol na piscina. Falta a brisa do mar, o mar, a areia. Mil vezes praia, mas como quem não tem cão caça com gato...

sexta-feira, 26 de dezembro de 2003

A noite foi feliz, mesmo com uma visita inesperada: cólica. Mesmo assim, a noite foi ótima. Papai Noel ja tinha mandado seus presentes!
O dia seguinte também foi bom, nada demais. Acordei e uma surpresa: acordei sem dor no pé e desinchado.
Hoje eu fiquei de preguiça. Tava mesmo precisando disso. De manhã não fiz nada. De tarde fui trocar um presente que veio com a linha puxada, depois um filme fofo (Musica do coração) e ler um livro. Gostoso. Vou aproveitar esses dias como uma mini-férias. Quarta, quinta, sexta, sábado e domingo. Que gostoso. To aproveitando MUITO!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2003

Essa semana eu não trabalho mais, mas como a vida é feita da lei das compensações dia 2 eu to lascada.
O fim do ano está aí e eu ainda não fiz o balanço final. Não sei se por falta de tempo, de vontade ou de coragem. Acho que no final tudo ficou meio equilibrado. Essa lei das compensações, esse ano, foi justa. Eu sei que houveram grandes perdas e afastamentos irreparáveis, mas eu também ganhei algumas coisas. Não que estes ganhos substituam, mas sei lá... É como no Procurando Nemo. Quando a fenda é grande demais... era preciso passar pelo meio, enfrentar. Só que foi mais fácil passar por cima. Os arranhões, marcas e queimaduras foram inevitáveis. Depois tem que agüentar as conseqüências. Metáforas, sim. Eu sei. Mas é porque tudo tem sido assim: metafórico. Acho que vou mesmo terminar o ano sem as férias que eu queria, sem o balanço de sempre e sem muito mais coisas. Vou terminar o ano fechando um ciclo, com alguns arrependimentos, muitos aprendizados, um punhado de novos amigos e também muitas alegrias. Que venha 2004, melhor que 2003. Com realizações ainda maiores e com re-começos, com esperança, com alegria. Não tenho muitos pedidos para 2004. Ele já vem com um dia a mais... mais um para sorrir, aprender, levantar, chorar. Então, que venha 2004. Porque eu já estou pronta.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2003

Hoje começa o verão.
Meu pé ainda dói e eu ainda não consigo andar. Continuo mancando. Sabe-se lá até quando. Rimou!!! O inchado está diminuindo, mas os roxos ainda não.

domingo, 21 de dezembro de 2003

Eu sumi daqui por falta de tempo ou assunto, na verdade, os dois.
Sexta tanto fiz que não postei nada, nadinha e não tinha mesmo o quê. Fiquei pensando e decidindo se ia mesmo viajar. Final de semana no sítio, em família. O sol me convenceu e lá fui eu.
Sábado muito sol, piscina, risada, baladinha, presentes. Quer mais??? Sábado foi perfeito, mas domingo deu o troco. Logo de manhã o sol resolveu que não ia aparecer e quando resolvi sair de carro com todo mundo acabei atropelada!!! Meu próprio pai em nome da pressa e da imperfeição (afinal, elas andam juntas) resolveu acelerar o carro enquanto eu entrava. Resultado: Meu pobre pé embaixo da roda do carro (o maior deles e lotado). E ele ainda parou o carro quando eu gritei e meu pé ficou lá... até ele entender que o meu pé estava embaixo do pneu. E ele ainda andou pra frente e a roda ainda andou até minha canela porque eu abaixei para que não quebrasse meu pé. Pronto-socorro e nenhuma fratura. Nada demais a não ser MUITA dor, um pé inchado que não pode enconstar no chão e um ati-inflamatório pra tomar. Ou seja, Natal sem beber. Alguém merece??? O resto do dia foi com o pé doendo, sem andar e quando ando dói. Mas como eu não consigo ficar parada, vai do jeito que der. Tomei só um pouquinho do sol que resolveu aparecer depois de tudo. Só a dor no pé que não passa. Então, os planos de hoje falharam.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2003

Ontem, no final da tarde, aquele menino, que há muito não sei, surgiu. Em forma de música. Aquela mais bonita que me faz lembrar dele. E esta noite ainda sonhei com ele. Talvez eu ligue pra ele. Manutenção de contato. Porque nesses anos todos, depois que a distância física foi maior e não houveram mais encontros casuais, as coisas têm se mantido assim. Distantes, mas nem tanto. As conversas se tornaram leve e o coração até se acostumou. Se um dia vai acabar, foi o quê me perguntaram outro dia. E a resposta eu não sei. Talvez sim, talvez não. É cisma, karma e o escambau. Não tem mais jeito. Me acostumei a gostar, a sofrer, a não ter e mesmo assim querer - muito. Coisas da vida, do coração e eu não vou mais lutar contra como já tentei. Também não incentivo mais tudo isso. Simplesmente, ele surge em algumas ocasiões. Quando eu menos espero, encontro. Quando mais quero, não sei. E assim eu acabei me acostumando com tudo. É bom lembrar as besteiras que já fiz. É bom voltar ao cenário e ver que as lembranças continuam lá, mesmo que eu não faça mais parte daquilo, nem ele. É bom lembrar dos fatos. Hoje me fazem rir, mas no passado também me fizeram chorar. Não sei como eu seria hoje se nada disso tivesse acontecido. Não me arrependo. Já me orgulhei, hoje tanto faz. Me é inerente. Até o dia que acabar, se é que isso, um dia, vai acontecer.

terça-feira, 16 de dezembro de 2003

A distância que já foi problema, hoje, se tornou solução.
Como é bom receber amigos. Dois amigos meus da faculdade não conseguiram vir no domingo me dar um beijinho. Mais de dois imprevistos acabaram impedindo que os dois viessem. Eles vinham juntos. Então, ontem à noite eles vieram aqui. Muito bom, adorei a visita e ela promete acontecer muito mais vezes.

E hoje de manhã eu fui tomar sol. Fiquei muito queimada em menos de duas horas de sol. Quinta-feira, que eu não vou ter que ir trabalhar, eu vou fritar o dia todo no sol. E mesmo que eu não vá para a praia vou conseguir um bronze de fazer inveja.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2003

E obrigada a todos que passaram por aqui deixando flores tão lindas e perfumadas!
Não foi só aqui que deixaram buquês... Ganhei muitas, muitas flores e acho que vou virar a menina com um jardim, ao invés de menina com uma flor.
Ontem, o dia foi ótimo. Amigos queridos em casa, bolo de côco que estava ótimo, torta de frango idem e muitos beijos, abraços e telefonemas. Amei, acho que o ano que vem vai ter que ser no mesmo esquema. O telefone não parou de tocar e meu dia foi ótimo. Não faltou nada, como nos outros anos que eu sempre acho que podia ser melhor.

sábado, 13 de dezembro de 2003

Eu amo muito fazer aniversário. Mas odeio o fato do meu aniversário ser em Dezembro. Nesse mês todo mundo está em clima de festas de final de ano, comemorações familiares, férias. Quase nunca estão disponíveis e fica difícil juntar as pessoas que eu gosto. Eu nunca tive um aniversário com as pessoas que estudavam comigo, por causa das férias, do vestibular, das festas de final de ano. São tantas coisas que atrapalham que eu odeio ter nascido em Dezembro.
Mas esse ano, ao que parece, vai ser diferente. Espero que sim.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2003

Já faz um mês que estou na maior contagem regressiva pro meu aniverário. Então, na faculdade eles acompanharam quase toda a contagem. Agora só faltam poucos dias. Pra dizer a verdade: 3. Mesmo que a comemoração tenha sido elaborada em cima da hora e não seja uma grande comemoração, só um bolinho e nada mais. Mas fazia anos que eu não fazia alguma coisa em casa e esse ano é assim que eu quero.

terça-feira, 9 de dezembro de 2003

Vontade de dançar e cantar Maria Rita.

Hoje vou terminar os tais biscoitos de gengibre.
Maior correria no primeiro e aqui no segundo dia. Ontem, fechamos atrasados e hoje deu pra conseguir fazer mais rápido. Mas mesmo assim é difícil fechar futebol. Adorando, mesmo assim. Fora que teve a maior coincidência do mundo. A outra estagiária da tarde eu já conhecia. Ontem também era o primeiro dia dela. Hilário, no mínimo.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2003

Não postei por falta de novidades no sábado e no domingo eu não consegui acessar o blogger.

O espírito natalino já está mais do que encarnado em casa. Ontem, minha mãe montou a árvore de natal e colocou pra tocar músicas natalinas. No sábado, eu e minha irmã começamos a fazer uns biscoitos de gengibre. Aqueles decorados. Hoje a gente vai pôr pra assar e decorar. Faziam anos que não tinha esse espírito lá em casa. Há uns dois ou três anos, a árvore de natal só é montada porque eu resolvo montar. Mas espírito de natal mesmo, faz mais que isso. Lá em casa minha mãe acha que Natal só tem graça pra criança. Então, como todo mundo já cresceu as coisas perderam um pouco o sentido. Eu, particularmente, amo natal, luzes, muita comida, papai noel e toda essa magia. Pode ser clichê todas essas coisas, mas eu amo. Esse ano, já fui em um shopping ver a decoração e pretendo ainda fazer uma saga pelos shoppings mais próximos da minha casa, além de sair de noite pra ver as decorações na Avenida Paulista, Higienópolis, e na Rua Normandia. Mais ainda não sei quando. Além do que esse fim de ano tá cheio de surpresas boas. Mesmo que o meu papai noel tenha vindo antes.

E hoje eu começo a trabalhar. Vou, basicamente, escrever e escrever, como toda jornalista ou aspirante, no meu caso.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2003

Quanto a super-novidade: arranjei um estágio. Muito legal, fiquei muito feliz.
Aliás, o final do ano saiu melhor do que a encomenda. Papai Noel resolveu adiantar meus presentes e esse ano foi bondoso. Então, a gente aproveita pra cantar feliz.
Acho que os arco-íris eram, sim, um bom sinal.
Ontem depois de problemas resolvidos fui me aventurar pelas ruas da cidade com a minha irmã motorista... Fomos fazer visitas às amigas dela e na Thaís a gente entrou e ela tem o bebê mais gordo e mais gostoso do mundo. Com uma covinha só... e que faz aniversário um dia antes de mim. Mais eu dei tanto beijo naquela criança gostosa!
E depois de me aventurar ainda passei a noite toda sonhando que ela dirigia.
Vindo pra faculdade, logo agora de manhã eu vi 2 arco-íris. Será que isso é um bom sinal? Só pode ser. E também por causa desses dois arco-íris eu cheguei aqui leve, leve, leve e feliz. Tanto que o Tiaguinho disse que eu tô com uma cara tão feliz que parece que eu vim escorregando no arco-íris. Eu não vim, mas até que ia ser uma boa idéia.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2003

Se der tudo certo, sexta-feira conto uma super novidade!
Aliás, a prova foi super fácil e eu acho que errei só uma questãozinha do V ou F por bobeira. Primeiro eu coloquei V... aí resolvi mudar e errei!
Mais tudo bem!
Eu odeio sonhar com as pessoas se no sonho fisicamente não eram elas e essa noite o sonho inteiro foi assim. Isso depois de ter sido acordada enquanto sonhava com a matéria de economia. Alguém merece ter que estudar o dia inteiro uma coisa e depois ainda sonhar com ela? Se fosse coisa boa, tudo bem; mas sonhar com a matéria é paranóia demais.

terça-feira, 2 de dezembro de 2003

Descubri porque está tudo dando tão errado: estou no meu inferno astral. Mas ainda bem que está no final. Faltam apenas 12 dias.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2003

Criei meu fotolog.
Eba!!! Comentário de volta!!!
Essa história toda de medo de dirigir é só pra dizer que a nova chantagem é: me deram um carro!
Meu pai deu um Pálio cinza (e lindo!) pra mim e pra minha irmã. Agora não vai ter mais jeito.

domingo, 30 de novembro de 2003

Essa é minha semana de provas. To quase doida porque semana passada eu chegava na faculdade às 7:30 sentava pra fazer trabalho e só saía da faculdade depois de concluir, pelo menos, um trabalho por dia. Mesmo que minha semana tenha sido curta (quarta, quinta e sexta) eu quase enlouqueci. Mas agora tá no fim. Os trabalhos só faltam ser impressos e entregues. Agora fazer as provas e: férias. Finalmente!
Eu morro de medo de dirigir. Prestes a fazer 21 anos (daqui a 14 dias) eu ainda não tirei carta. Só de sentar ao volante minhas pernas ficam bambas, eu tremo, suo frio. Eu acredito que seja porque minha mãe quando estava grávida de mim, salvou a amiga dela de um atropelamento e caiu no chão. Nada aconteceu com ninguém: nem com a amiga da minha mãe, nem com ela e nem comigo, que estava na barriga. Mas hoje em dia morro de medo de carro. Não só de dirigir, mas também de estar em um. Não gosto de quem breca muito perto de outro carro, de estar em carro que corre, ou de alguém que eu não tenho confiança. Sou chata, peço pra não correr, brigo, implico. Não durmo em viagem, não gosto de andar com meu pai. E, por não ter meu próprio carro também não tiro minha carta. Mesmo que as amigas peçam, que as irmãs falem, que o mundo implore. Todo mundo diz: se você tirar carta garanto que sua mãe te empresta o carro. Mas as coisas não são assim. Ela não empresta nem pra minha irmã que tem carta há 10 anos. Então, vou adiando porque eu acredito que não adianta eu tirar carta, eu ia precisar praticar e dirigir pra fazer direito e pra perder o medo. E como eu sou perfeccionista, não queria simplesmente dirigir, quero fazer direito! Então vou adiando...
Mas, ultimamente, andam fazendo maior chantagem pra eu tirar carta. Será que eu vou ter que resistir ao meu medo?
Nada vai me fazer resolver. Erros e desencontros marcam essa trajetória e vai ficar assim. Quem sabe um dia, quando não houver mais esperanças. Queria ter dito: A gente precisa superar! Mas ficou por conta do destino que teima em desarrumar nossos possíveis encontros. No final das contas foi bom. Acho que essas coisas só me provam que desistir é o mais certo. Destino, Deus, Anjos e o que mais puder impedir encontros, acontecem. Então, deixo estar.

sexta-feira, 28 de novembro de 2003

E, mais uma vez, lá vou eu. Dar o coração e as emoções à tapa. Porque por mais que eu tenha desistido, sempre existem esperanças. Porque se ver é uma prova difícil, pelo menos o campo é neutro (festa de criança), mas dependendo do local vai ser complicado. Depois eu explico.

quinta-feira, 27 de novembro de 2003

Eu só queria os meus comentários de volta!!!

E porque hoje é um "dia especial" que faz pensar no amor mal resolvido eu recebi esse texto:
"Olhe para um lugar onde tenha muita gente: uma praia num domingo de 40º, uma estação de metrô, a rua principal do centro da cidade.
Metade deste povaréu sofre de Dor de Cotovelo.
Alguns trazem dores recentes, outros trazem uma dor de estimação, mas o certo é que grande parte desses rostos anônimos tem um Amor Mal resolvido, uma paixão que não se evaporou completamente, mesmo que já estejam em outra relação.
Por que isso acontece?
Tenho uma teoria, ainda que eu seja tudo, menos teórico no assunto.
Acho que as pessoas não gastam seu amor. Isso mesmo. Os amores que ficam nos assombrando não foram amores consumidos até o fim.
Você sabe, o amor acaba. É mentira dizer que Não. Uns acabam cedo, outros levam 10 ou 20 anos para terminar, talvez até mais.
Mas um dia acaba e se transforma em outra coisa: lembranças, amizade, parceira, parentesco, e essa transição não é dolorida se o amor for devorado até o fim.
Dor de Cotovelo é quando o amor é interrompido antes que se esgote. O amor tem que ser vivenciado.
Platonismo funciona em novela, mas na vida real demanda muita energia, sem falar do tempo que ninguém tem para esperar. E tem que ser vivido em sua totalidade. É preciso passar por todas etapas: atração-paixão-amor-convivência-amizade-tédio-fim.
Como já foi dito, este trajeto do amor pode ser percorrido em algumas semanas ou durar muitos anos, mas é importante que transcorra de ponta a ponta, senão sobra lugar para fantasias, idealizações, enfim, tudo aquilo que nos empaca a vida e nos impede de estarmos abertos para novos amores.
Se o amor foi interrompido sem ter atingido o fundo do pote, ficamos imaginando as múltiplas possibilidades de continuidade, tudo o que a gente poderia ter dito e não disse, feito e não fez.
Gaste seu amor. Usufrua-o até o fim. Enfrente os bons e maus momentos, passe por tudo que tiver que passar, não se economize.

Sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade.
Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo, fechando o próprio ciclo.
Isso é que libera a gente para Ser Feliz Novamente.
"

terça-feira, 25 de novembro de 2003

E eu descobri, lendo Gabriel Garcia Marquez, que eu amo definições de sentimentos, ainda mais quando atribui qualidades concretas a algo tão subjetivo que são os sentimentos. Parece que dá até pra medir, pegar, ver os sentimentos. Gosto também das comparações que parecem que distinguem bem mais um sentimento do outro.
Aqui vão alguns exemplos:

"(...) e quando sararam as queimaduras era como se (...) tivessem cicatrizado também as úlceras do coração."

" A tristeza se esvanecia com a névoa e deixava no seu lugar uma imensa curiosidade."

"(...) até chegaram a suspeitar de que o amor podia ser um sentimento mais repousado e profundo que a felicidade arrebatada, mas momentânea, das suas noites secretas."

segunda-feira, 24 de novembro de 2003

Lágrima

O que é?
O que é?
Clara e salgada,
Cabe em um olho
E pesa uma tonelada,
Tem gosto de mar,
Pode ser discreta,
Inquilina da dor,
Morada predileta.
Na calada ela vem,
Refém da vingança,
Irmã do desespero,
Rival da esperança.
Pode ser causada por
Vermes e imundanas
E o espinho da flor
Cruel que você ama.
Amante do drama
Vem pra minha cama
Por querer,
Sem me perguntar
Me fez sofrer...

Trofãn, 23/11/03

"E eu que pensava que era forte, que subjulguei seu poder, serei um fraco quando mais lágrimas cairem dos meus olhos..."

Eu tenho um amigo que escreve muito bem. E esse poema é dele, porque ele ainda se dá ao trabalho de enviar por e-mail. E esse é lindo!

sexta-feira, 21 de novembro de 2003

Das coisas que não deram certo na quarta-feira:
* o disquete abriu todos os aqruivos, menos o que eu precisava (Murphy é mesmo meu amigo, o melhor.)
* as figuras que eu tive que arrumar do trabalho deram muito trabalho e não consegui arrumar uma delas
* quando fui imprimir uma menina (as poucas que eu não suporto) resolveu que ia usar a impressora, então fui comer e depois voltaria pra imprimir
* quando eu voltei pra imprimir a tal menina tinha conseguido dar pau na impressora, então tive que mudar de laboratório
* fui pro laboratório da impressora ruim e quase não tinha tinta e as fotos ficaram horríveis, então tive que juntar as figuras menores que já tinha impresso no dia anterior
* sentei num lugar na sala e um dos meninos veio me encher, saí rápido do lugar antes de brigar com alguém e ele me pentelhando falando que eu devia ficar lá e tal. Preferi me isolar na frente
* quando fui para frente o Gui tb ficou enchendo antes de eu conseguir me mudar
* não deu cinco minutos que eu estava isolada na frente o povo começou a sentar em volta
* fui apresentar o trabalho depois da tal menina e ela tb conseguiu dar pau no datashow
* quando eu ia começar a apresentar, entrou o mala do coordenador que ficou quase meia hora falando tudo que a gente já sabia
* apresentei finalmente mesmo sem data show e fui embora da faculdade antes que eu cometece um suicido ou um homicídio triplo ou uma chacina logo de uma vez.

Ontem eu assisti Imensidão Azul. Fazia um tempão que minha irmã tinha comprado, mas eu mesma ainda não tinha assistido. O filme é longo, mas é lindo. Chorei horrores. É um história de amor, de competição, de amizade, uma história de família, de tudo um pouco. São quase 3 horas de filme, mas a história é tão envolvente que vale muito a pena e o personagem principal é lindo. Tem mar, golfinhos, um cara lindo, Grécia, Itália. Alguém quer mais alguma coisa ? Eu não. Amei!

quarta-feira, 19 de novembro de 2003

É incrível, mas quando a gente está de TPM o mundo conspira contra.
Meu nome é Impacência da Irritação. E meu apelido é TPM.

E ainda por cima a droga do disquete que eu gravei o meu trabalho que eu apresento daqui a pouco não abre de jeito nenhum, será que alguém merece?

terça-feira, 18 de novembro de 2003

segunda-feira, 17 de novembro de 2003

Eu não postei porque não deu tempo. Na quinta-feira eu fui na gravação do programa Altas horas, que vai ao ar no próximo sábado e só aí me foi o dia inteiro. Cheguei na faculdade já de noite e resolvi ver meus amigos do noturno. Justo no dia que eu não estou em casa, meu amigo me liga dizendo que está em frente de casa e que passou pra me ver. O motivo da passagem não é das melhores, já que a avó dele está internada perto de casa, mas foi bom ele ter lembrado de mim. Sexta não foi nada demais e agora, neste exato momento eu estou lutando com a impressora.
Na sexta meu pai me ligou dizendo que ia me dar dinheiro para eu ir no Q! Bazar. Ser filha querida dá nisso, e um monte de irmã com ciúmes. No sábado fomos os 4 no Q! Bazar. Todo mundo gastou e comprou. Fazer compra cansa.
Domingo foi dia de arrumação e de ler livro porque fazia um tempo que não dava tempo de eu pegar no livro.

quarta-feira, 12 de novembro de 2003

Ontem eu assisti aula no estúdio de RTV. Primeiro que o estúdio é muito legal e a aula deles também. E eles estão fazendo um trabalho de biografia. Cada um conta o que é para a câmera, sua história e os outros estudam enquadro (se não for definido), posição de câmera, faz as anotações, luzes e tudo mais. Muito legal.
E eu entrei pra assistir a aula e o Tiagão estava gravando. Só que a história de vida dele é muito phoda! Ele perdeu os pais com 12 anos e eu cheguei e ele estava contando que tinha ficado super perdido quando o pai morreu (não contou como, mas acho que foi assassinado) e não sabia muito o que fazer e pra piorar, dois meses depois a mãe dele morreu (acidente de carro). Então aí que ele ficou mais perdido e não bastando o padrasto dele morreu uns dias depois. Ou seja, tudo começou a cair na cabeça dele de repente e cada hora ele estava na casa de um parente e não sabiam onde ele ia ficar e ele ficava se sentindo cada vez pior. E em um dos taques ele disse: Então, eu tava perdido e ninguém queria ficar comigo e eu ficava indo de cá pra lá e de lá pra cá. E então eu descobri que por mais que as pessoas gostem da gente, nunca ninguém vai gostar da gente como a nossa mãe. E a minha gostava de mim pra caralho. Ela era uma rainha, minha mãe era tudo. Quando deu o corta eu já tava quase chorando ali e falei: Ro, vamos pra aula que se não eu vou chorar. Foi muito difícil ouvir várias coisas que ele contava. Fiquei toda emocionada.
E como sugeriu Martha Medeiros eu também vou fazer a lista do que sou, de quem sou.

Sou livros, discos (sim, os da infância que escuto até hoje), cenas, filmes. Já fui rádio, hoje sou músicas.
Sou cinema nacional. MPB. Crônicas. Gabriel Garcia Marquez. Martha Medeiros. Mario Prata. Danuza Leão. Arnaldo Jabor. E um dia quero ser Ana Paula Padrão.

Sou chocolate, doces e minha salada de tomate.

Sou calor, sol, praia. Nunca fui inverno e frio, só se o dia estiver ensolarado.

Viagens. Internet. E-mails. Amigos. Família. Amores. Casos. Lágrimas, cartas e lembranças. Sou colorida, sou tons de azul. Sou céu estrelado e lua cheia nascendo amarela bem na minha janela.

Sou Rio. Angra. São Paulo, sempre. Sou mundo.

Sou suco de abacaxi com hortelã, água de coco, caipirinha de saaquê com kiwi, sorvete e algodão doce. Sou fotos, agendas, poemas e pedaçoes de papéis. Sou maça e salada de fruta. Sou rabiscos indecifráveis.

Sou salto, saia, calça jeans. Sou cabelo liso e comprido. Sou frio na barriga e definições de sentimentos e sensações.

Sou meu blog, o que fui e o que vou ser. Sou sala. Risadas e surpresas.

Sou o que não sei. Não sou, mas um dia serei. Sou muitas, sou todas e, muitas vezes, nenhuma. Sou você. E você? To esperando pra saber.



terça-feira, 11 de novembro de 2003

E ontem eu terminei o trabalho. A tarde rendeu risadas, complicações, brigas com o computador, estresse e um trabalho escrito lindo e enorme (76 folhas) e uma apresentação ótima. E hoje a apresentação revelou o futuro: 10!

Você já leu a crônica da Martha Medeiros hoje ? Então leia.

segunda-feira, 10 de novembro de 2003

E faltando um pouco mais de um mês pro meu aniversário eu ainda não sei o que vou fazer pra comemorar. Pra falar a verdade eu nem com pique eu estou. Sem vontade nenhuma. Em casa todo mundo tá querendo que eu faça um churrasco no sítio, mas ainda não sei. Quem sabe mais pra perto eu me decida e resolva. Por enquanto eu sigo com a contagem regressiva, mas sem planos.
Segunda-feira vai se tornar o dia oficial de ficar na faculdade pra fazer trabalho.

Da série das coisas que eu não presenciei, mas precisava:
Quarta-feira da semana que se passou aconteceu uma coisa que eu não vi, mas se tivesse visto ia ter rido muito. Meu cunhado e minha irmã foram almoçar como de costume no restaurante do lado do escritório dela. Tudo bem. Ele, como sempre, pediu coca cola light com limão, só que o copo do restaurante é um pouco fino e o limão provavelmente devia ser grosso. E o limão entalou. E ele virou o copo e a coca não descia até que o limão liberou, por assim dizer, a coca. Só que foi tudo de uma só vez e ele tomou um banho de coca. Imagina uma pessoa grande (tudo bem que do meu lado qualquer um é grande, mas ele é grande!) toamando um banho de coca. Era coca na manga, por dentro da camisa, no rosto e tinha até dentro da orelha!!!

Calor. Será que dessa vez vem pra ficar? Bem que podia.

sábado, 8 de novembro de 2003

E, por causa da foto que meu amigo me deu (ele nem saiu nas fotos!) eu refiz meu mural. Ficou tão lindo. Eu coloquei a foto que é grande e colorida no centro do mural e em volta muitas micas em PB de São Paulo. Normalmente meus murais ficam meio tematizados. Ficou tão lindo!

Eu estou me tornando muito chata. Muito metódica. Tudo tem que ter uma perfeita ordem e hoje eu reparei isso quando fui lavar a louça do almoço. Sempre que eu vou lavar louça eu tenho que organizar a pia de um determinado jeito, se não, não dá. Pratos empilhados dentro da pia depois de passar água, talheres juntos em algum reservatório, os copos na pia, embaixo da torneira depois de enxaguar, as panelas em cima da pia com água quente e detergente... eu to ficando demais.... Minha pasta na faculdade é organizada por matérias. As matérias que têm muitos trabalhos ainda são divididos pelos trabalhos ou temas e as fotos ainda ficam em outra pasta dentro. Nossa!!! Que medo, estou ficando very freak.
Ontem o dia foi bom. Niver de mamys e almoço fora por acaso fizeram do dia diferente. Imprimi as fotos da facul também.
Hoje foi só estudo. Das dez da manhã até agora estava colocando minhas coisas em ordem e tô quase lá.
Amanhã tem almoço em família pras comemorações então tem bolo, brigadeiro e muito doce pra você. Avós em São Paulo, cunhado e família pela primeira vez.

sexta-feira, 7 de novembro de 2003

Aqui tem mais uma:



Respectivamente: Em pé: Vinicius, Bárbara, Rosanna, Adílson, Eu e Ricardo.
Sentados: Talita, Tiagão, Luciene, Katy e Bete.
Assim como eu prometi aqui está a melhor das fotos. Ainda pretendo colocar mais... O único problema é que aqui na facul eu não estou conseguindo tratar nenhuma imagem, então a foto tá grande demais. Depois vou tentar de novo, mas por enquanto vai assim mesmo!



Respectivamente: Bárbara, Eu, Lu, Talita, Tiagão, Rosanna, Ana, Gui, Alex (ajoelhado), Bete, Adilson (sentado), Prof. Marcelo, Profa. Vera e Olavo.

quinta-feira, 6 de novembro de 2003

Hoje o intervalo foi de sessão de fotos...
Depois eu coloco aqui as melhores.

quarta-feira, 5 de novembro de 2003

Hoje o intervalo foi recheado de infância. Pelo menos, das canções que a embalaram. Todo mundo reunido no laboratório de informática cantando musiquinhas de outros tempos. Música-tema do desenho Cavalo de fogo, Angélica, Balão Mágico, Mara, Fofão, Cascatinha e cia. Pra lá de divertido!

segunda-feira, 3 de novembro de 2003

E hoje eu ganhei uma foto linda do meu amigo da facul. Ele tira umas fotos muito legais, já fez curso e trabalha em um jornal. E vou até por no meu mural. Ah, foi dele que eu arrumei a mochila. Acho que é premio de gratificação, risos.

Ainda estou na faculdade. Fazendo trabalhos. Haja paciência.
Final de semana inútil por assim dizer. Sábado eu apenas consegui manter a droga da marquinha do meu biquini porque o sol tava indo e vindo e na piscina estava um vento fora do normal, até que o sol sumiu de vez e eu ainda fiz hora com Gabriel na piscina até que o vento cansou minha beleza e eu subi.
No domingo, como todo bom dois de Novembro o tempo amanheceu péssimo. Chuva, vento, frio e tudo cinza. E eu me pergunto: Cadê a primavera? Depois arrumação em armário. Aliás arrumação eu tenho feito muitas. Sexta arrumei em 15 minutos (tempo record) a mala do meu amigo da Facul. Tirei todos os papéis jogados arrumei na nova pasta dele (igual a minha - de divisórias que virou mania pela faculdade) e ainda tirei as do fichário velho e arrumei na pasta sob o olhar vigilante e intrigado da professora. Outro dia foi o porta luvas da minha mãe. Tirei todos os apéis jogados, limpei o que levava pra cima o que ia pro lixo e ficou em ordem. No meio da semana passada foi minha caixa de e-mail que estava precisando urgentemente ser esvaziada. Domingo foi a vez do armários, como estava dizendo. Acho que baixou a DITA em mim, só pode!