quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Sobre os laços trabalhistas

Aí que eu trabalhei naquela ONG, né? E eles ficaram ruins de grana e, em maio, não renovaram meu contrato. Eu saí. A coisa tava feia porque em maio mesmo o então presidente disse que não ia se recandidatar ao cargo e tudo ficou meio: e agora?. Mas outro jornalista ia sair e seria a minha chance de voltar. Em junho e julho eu frilei e em agosto eu voltei só pra organizar um seminário. E meu chefe direto pediu demissão e queria me colocar lá. A comunicação toda ia saltar fora. E todo mundo (que só eram 2) comunicaram que iam sair. Eu era a substituta direta. Me ligaram, me sondaram. E nunca mais mandaram resposta, nem negociaram meu valor, nem nada. Simplesmente sumiram. Aí precisaram de mim. Mas aí foi o chefe quem ligou e negociou. Ele continua lá, mas não de dentro. Ele que já era terceirizado agora ficou mais distante. E o que era difícil, piorou. Aí que eu sou praticamente a terceirizada do terceirizado desta vez e as coisas estão pra lá de demorada para se resolverem. E eu to aqui morrendo de medo de não dar tempo, mas sem poder ir na fonte e beber água. Só que eu já sou ansiosa de natureza e to quase me matando aqui. Só espero que, no final, dê tudo certo.

3 comentários:

Chel disse...

poxa Dri ... era o pessoal do projeto de vcs? caramba ... espero que td se ajeite. no fim td dá certo. e ansiedade é como se fosse um membro extra do meu corpo.rsr

bj

Menina com uma flor disse...

Não Chel, era um instituto de pesquisa. Mas tudo se ajeita sim, basta ter um pouco de paciência.
Beijos

Dri disse...

Praticamente a Quadrilha (do Drummond) do Trabalho!