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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Resposta

Didi, valeu querida
Obrigado pelo carimnho e doçura do email, bjs amore

Quase dez anos depois receber um email dele não tem mais a mesma emoção e impacto, mas vem junto um carinho enorme. Continua sendo uma surpresa, afinal ele podia nem responder. Mas responde sempre. Galanteador como sempre.

(suspiro)

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Amanhã

Já sei que passa da meia noite então hoje já é quinta, mas como eu ainda não dormi considero como quarta. Hoje eu não fui trabalhar, acabei atrapalhada e preferi ir ao curso do que trabalhar. Para compensar amanhã trabalho integralmente, mas amanhã é meu último dia no Observatório. Lá foi o lugar que trabalhei por mais tempo, que tive mais flexibilidade, que aprendi mais coisas para a vida inteira do que exatamente para a profissão, que aprendi política e até comecei a me interessar por ela.
Não fiz exatamente amigos, mas não pensei que fosse necessariamente sentir falta. Só que já está me dando uma nostalgiazinha de pensar que sexta eu não vou mais para lá, encontrar as mesmas pessoas, me divertir um pouco durante as tardes ou simplesmente trabalhar e ignorar as pessoas que estão à minha volta.
A partir de então não serei mais consultada sobre como se escreve algumas palavras ou para discorrer sobre gramática ou simplesmente ler um e-mail para ver se está bom. A culpa não vai mais ser minha como o Vicente adora dizer, o Felipe não vai dizer que está estranhando que faz tempo que não chamo por ele para dar suporte no meu computador, a Jeanine não vai mais comentar sobre os pedidos que eu remeto a ela e que chegam a mim pelo site, a Ana não vai mais ser minha parceira nas produções gráficas e nem vamos filosofar sobre que gramatura é melhor. Ninguém vai poder mais saber o que estou lendo e nem nada assim.
Enfim, eu adorava trabalhar lá, mas ainda não tinha me dado conta.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Paraíso Tropical

As coisas que eu gosto na novela mais clichê de todos os tempos:
- as músicas (tirando Carvão da Ana Carolina)
- saber o quê os atores vão dizer, afinal é um clichê atrás do outro
- ver Marcelo Antony lindo, lindo, lindo de viver
- ver Fábio Assunção, apesar de não estar assim tão lindo como o Antony
- ouvir Chico Buarque cantando Olha (só eu sei o que me provoca isso!)

As coisas que eu não gosto:
- assistir Alessandra Negrini, que é uó
- assistir Paulo Vilhena, que trabalha mal pra dedéu
- ver aquela mãe que se mete em tudo (minha vontade é de meter a mão na cara dela)
- não tem um que salva, todo mundo é trambiqueiro, falsário, trapaceiro ou bobo demais (não dava para ter um personagenzinho com um pouco mais de conteúdo, não?)

quarta-feira, 7 de março de 2007

Minha vidinha

Semana agitada como previa. A sorte é que ando em um pique além, mais que tudo. Cheia de energia, vontade de fazer coisas. Momento não tenho do que reclamar, quer dizer, um pouco mais de dinheiro não ia ser tão mal assim. Aliás ia ser bem vindo. Mas ainda não chega - exatamente - a fazer falta. Hoje começou meu curso de fotografia intermediária. A-D-O-R-E-I! Hoje foi aula inaugural, de leve, mas muito gostosa e boa para dar aquele empurrão, aquele gosto de vou adorar. Ainda tenho várias outras coisinhas para resolver do projeto experimental (vamos inscrevê-lo em vários concursos e festivais), mas por partes. Hoje já acordei no pique porque meu sonho tinha trilha sonora. Tava tocando Leoni, Temporada das flores. Adivinha se já não acordei feliz?

terça-feira, 6 de março de 2007

Das coisas que eu gosto de fazer

Adoro freqüentar o Itaú Cultural. Lá sempre tem coisas que eu gosto de ver, assistir, ouvir. E hoje descobri mais uma. Colóquios Rumos Literatura.
Com curadoria do jornalista e antropólogo Felipe Lindoso, o objetivo do colóquio é mapear tendências da crítica literária brasileira contemporânea em encontro de críticos, pesquisadores, acadêmicos, escritores e jornalistas. Os temas abordados no evento buscam refletir sobre as influências das transformações históricas e culturais no trabalho do crítico, a partir do início dos anos 80. Na abertura do colóquio, o filósofo, professor e crítico Benedito Nunes fala sobre seu processo de trabalho como crítico literário.
De 14 a 17 de março. Eu vou. Confira a programação.