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quarta-feira, 19 de maio de 2010

E-mail delícia

Eu inscrevi meu outro blog (Jornalismo Social) lá no Prêmio Top Blog 2010. Então, resolvi mandar um e-mail para os conhecidos pedindo um votinho (se você que me visita aqui também quiser ir até lá e votar, eu agradeço).
Além das respostas confirmando o voto e desejando sorte, as retuitadas também me animaram.
Mas o melhor mesmo foi o e-mail de uma amiga:

Di,
já votei e sinceramente foi uma grata surpresa, nem sabia do seu blog e fiquei muito orgulhosa, de verdade, acho que da nossa turma a única com vocação para jornalismo de verdade, tenho certeza que você tem tudo para crescer cada vez mais..... queria ser que nem você, rsrsrsrs
Beijos e saudades.

Adivinha se eu não ganhei o dia?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O email que eu não mandei

Dizem que 7 anos é tempo suficiente para gerar uma crise em um relacionamento amoroso. Por causa disso resolvi me casar antes de completar tal data embora o casamento tenha acontecido 3 meses depois dos 7 anos completos.
Eu não acreditava que poderia haver crise em um relacionamento que não fosse amoroso, assim sendo eu continuava acreditando no nosso pra sempre. Renato Russo canta e eu sei que ‘pra sempre’ sempre acaba, mas eu não acreditava. Aliás, cheguei a apostar que como minha madrinha de casamento você se aproximaria.
Eu, confesso, já cheguei a culpar seu namorado por esta sua distância toda. Afinal, pra mim, era incabível que você sumisse completamente sem um motivo. Ou existe algum motivo que eu desconheça? Não duvido que aquela história tenha sido um grande propulsor, mas mesmo assim ainda acho que é culpa demais pra tão pouco.

O email, se fosse necessário, seria continuado e enviado hoje. Mas, ainda bem, não precisou.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Uma tentativa de ajuda

No começo do mês fiquei sabendo sobre um cão-guia abandonado, pois seu dono havia falecido. Comovida com a história, parti em busca de um ajuda que eu acreditava ser mais concreta do que apenas retuitar ou repassar a mensagem. Pois bem. Entrei em contato com 3 instituições que lidam com deficientes visuais ou treinam cães-guias.

As 3 me responderam prontamente ou através de e-mails ou de telefonemas e, logo de cara, duvidaram da história e me colocaram uma pulga atrás da orelha com justificativas bem plausíveis para que a história não fosse verdadeira.

Tentei em vão entrar em contato com as pessoas (tanto 2 que deixavam seus contatos na notícia quanto com quem postou a notícia em um site) para saber mais informações e poder repassar às instituições e dar uma solução ao caso.

Quando notícia nenhuma chegava comecei a desacreditar totalmente da história. Mais tarde soube que a fonte inicial da notícia tinha sido grossa com a noticiadora e afirmava que não queria mais dar o cão em adoção e ficaria com ele.

Eu, decepcionada, enviei um e-mail a todos que tentaram ajudar agradecendo a atenção e me desculpando por mobilizá-los em torno de algo que eu não podia comprovar se era real e verdadeiro. Eu, como jornalista, me sentia uma fracassada por não ter apurado os fatos antes de procurar as instituições. Como pessoa fiquei emocionada e recompensada quando recebi o seguinte e-mail de resposta:

Adriana, por favor me prometa o contrário, sempre se mover por aquilo que acredita, por aquilo que parecer humano!
Você foi brilhante, e ainda ontem discutíamos entre amigos desta região se tinham noticias do caso, pois mesmo não sendo cão guia,era uma vida que podia estar em risco. Portanto caso tenhamos alguma informação te mandamos.
Com relação a você nos ajudar, olha sempre precisamos de ajuda, aliás foi por causa da sua classe,dos jornalistas, que os cães guias conquistaram o direito de entrar no metrô, pois o governo de SP sempre foi alérgico a cegos e a deficientes, só agora está fazendo rampas e elevadores. Então nosso sempre muito obrigado, quanto a forma que você acreditou, nos moveu e nos fez acreditar que ainda existem quixotes como eu você e tantos outros, e isto dá energia e vontade de continuar fazendo pelo próximo. Mocinha não se aborreça com a mediocridade e faça como nós fique feliz com a constatação que existem Adrianas pelo mundo afora! Muito obrigado e parabéns.
Atualmente estamos meditando se vai valer a pena continuar em SP, pois o governo está criando um centro de cães guias,que deveria ser o nosso sonho realizado, mas está cheirando a corrupção, mas vamos deixar acontecer primeiro, caso continuemos a existir em São Paulo, gostaríamos que participasse conosco do dia do voluntario no shopping Iguatemi, balcão da solidariedade. Vamos falar sobre cães, sobre cegueira, sobre amenidades e rir muito da vida, se topar apareça, está convidada, assim que eu tiver a data coloco no Blog : WWW.caoguia.net .
Adriana,foi um prazer conhecer você.

Tem como não sentir que valeu a pena?

quinta-feira, 6 de março de 2008

Por e-mail

Eu falei sobre o trabalho novo. Ele questionou e eu relatei - meio por cima. E eu tenho a impressão de que ele pensou o quanto eu ainda sou sonhadora e utópica, querendo exercer um jornalismo que não existe mais - como ele mesmo já me repetiu alguns pares de vezes. Ele me dizia entre gozador e nostálgico: O jornalismo morreu!
No fundo acho que ele não é o único a me enxergar assim.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

A conversa

A data. Eis o assunto. Que puxou o começo. Que puxou antes. E engatou a conversa descontraída. De guarda totalmente baixa falamos, rimos. Desvaneamos nos "e se..." que não aconteceram, mas podiam. Quando você perguntou 'quando' eu assustei e pensei: homens também pensam nisso? Como você soube que eu estava pensando nisso, que é por esses dias? Você simplesmente sabe, como eu. A conversa morreu, mas o assunto ainda voltou no mesmo dia.
Entreguei os pontos. Eu não fui lá pedir um autógrafo - mesmo que tenha feito isso -; eu só fui lá confirmar se era você mesmo quem respondia aos e-mails. Era um truque e você caiu. Porque apesar de tudo, eu não tinha certeza. Aliás, a incerteza era tamanha que a pergunta saiu exatamente assim: - Não sei se você se lembra de uma menina que te escreveu um e-mail dizendo que queria ser Malu. Então ... E eu nem precisei completar a frase, terminar o raciocínio. Antes disso você me olhou, sorriu e estendeu os braços indicando qual era o caminho mais curto para um abraço. Certeza acompanhada de olhar surpreso, sorriso e abraço é melhor que qualquer coisa. Eu soube e você ainda completou: - Eu tenho o seu e-mail guardado até hoje.
Você pode até questionar - E se eu tivesse dito que não lembrava, que eu recebia milhares de e-mails como aquele? - porque a gente sabe que não foi assim que aconteceu.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Na caixa de entrada

Aqueles meus amigos - que já falei algumas vezes aqui - continuam mandando e-mails engraçadinhos. Hoje um deles enviou este link dentro de um e-mail que tinha o seguinte título: Vejam só. Acho que todos temos história para contar...
Eu respondi: Tenho certeza que se a Ju escrevesse um texto contando a experiência lumierense ele seria publicado. E aí, JU, se habilita? Alguém mais?
Mas o melhor mesmo foi a resposta da Ju: "só pq eu trabalhei pra princesinha e eu era a bruxa da história"

Explico: Um dia Ju estava farta da enrolação da chefe - que mentia adoidado, sem motivo e sobre coisas descabidas - para dar uma posição sobre sua possível efetivação. Ju iria se formar e precisava de uma definição, que já tinha sido prometida em meados de julho e estávamos em novembro e nada de se confirmar. Eis que Ju começou a discutir em plena redação, mas se encheu e saiu da sala com todo ímpeto. A chefe se desesperou, telefonou para o chefe-mor para definir alguma coisa e saiu da sala atrás da Ju. Na redação o pensamento era de: FODEU! Ambas se encontram no corredor, conversam. Ju volta e a chefe também. Em minutos Ju diz: abre o e-mail. Neste, ela relatava o que a chefe tinha acabado de lhe dizer ao corredor: Eu vou resolver, calma. E não briga comigo porque eu sou uma princesa. E essa é só uma das histórias. Tem também o convite de casamento que era da Branca de Neve (pasmem!) e a lua-de-mel que foi na Disney. Ah sim, odiávamos a chefe. Queríamos nos rebelar. Tudo foi descoberto e eu e a Ju mandadas embora como lição de moral pro resto, um cala-boca nos jornalistas que se atrevessem a continuar com a boicotagem da princesinha.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

?

Você acredita em coincidências?
Porque eu não sei mais até que ponto as coisas são por acaso ou obra do destino.

1) Sem imaginar, enquanto trabalha, encontra uma pessoa que nunca tinha visto antes, apesar de "conhecer" e ter trocado e-mails com ela alguns anos antes. Vai lá, dá a cara a tapa e se apresenta. Afinal, só você conhecia a pessoa em questão. Acaso ou destino?

2) Internet lenta. Muitos e-mails daquela sua turma de amigos, que tentou em vão marcar um encontro essa semana. Enquanto a página abre por completo, você com pressa começa a tentar abrir o e-mail, mas a barra de rolagem desce. Sem querer você abre outro e-mail que já estava lá há semanas e tinha uma foto. Olha a foto, pensa na pessoa e fecha o e-mail. Em questões de segundo o celular toca e te mostra uma mensagem de texto desta mesmíssima pessoa. Coincidência ou algo mais?
Assunto: senti muito

Querida Adriana,
senti muito a sua saída. Algumas vezes acontecem coisas que vão além de nossa possibilidade de solução. Mas, na maioria das vezes, elas também representam um salto para outros desafios.
Eu espero que você encontre esta possibilidade de salto para melhor.
um grande beijo, venha sempre por aqui e muito obrigado por seu trabalho, que foi muito bom.

Eis que recebi hoje este e-mail de uma das pesquisadoras do IOS. E, às vezes, a gente atinge as pessoas sem saber. Eu nunca fui muito comunicativa, mas sempre tentei ajudar lá dentro. Minha área era sempre restrita, mas eu sempre tentei fazer uma maior integração entre a pesquisa e a comunicação. O e-mail me emocionou, claro, porque as demonstrações de afeto nos últimos tempos foram inesperadas por minha parte. Enfim, é muito bom sentir-se querida mesmo que na hora da partida. E vamos tocando.

sábado, 28 de abril de 2007

Vaga de repórter

Não isso não será um anúncio de emprego. Mas sim uma pequena história porque foi assim que entitulei o e-mail ontem.
Sabe aqueles e-mail que já disse aqui que vira-e-mexe troco com as pessoas que trabalharam comigo em uma editora especializada e hoje só resta um dos mortais lá? Pois é, eis que ontem recebo uma vaga de emprego no e-mail. E era de lá. Sim, lá vira-e-mexe alguém sai. Não foi um bom lugar pra se trabalhar e todo mundo que saiu e até quem ainda está lá mete o pau das coisas erradas, da chefe que mente muito e engana todo mundo (pra se dar bem, claro). No MSN chamei uma das amigas de lá e disse em tom de brincadeira: Recebi uma vaga pra repórter, vou te passar. Ela, que está atrás de um emprego novo, se animou e agradeceu antecipadamente. Depois que mandei a vaga ela caiu na risada e disse que eu era sacana. Claro, resolvi mandar a vaga por e-mail para os outros e assim iniciar uma das sessões intermináveis de bate-papo online.
Teve gente que disse que ia mandar o currículo, outro que avisou que eles exigiam demais e não seria capaz, outro que comentou que faltava no anúncio que há local para refeição e o último e melhor - vindo do amigo que ainda trabalha lá: É muito bom saber pelos amigos que alguém vai ser mandado embora da redação. Agora basta torcer para que seja eu. Torçam galera!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

A minha caixa de entrada

O meu e-mail recebe freqüentemente vários e-mails de um determinado grupo de pessoas. O que acontece é que trabalhamos juntos na Editora Lumière. Eu sempre digo - e repito - que trabalhar em lugar ruim tem disso: você arranja aliados/amigos para o resto da vida. Acontece que a turma (só existe um remanescente da turma ainda no emprego que nos uniu) é capaz de mandar os mais absurdos e-mails. Somos ao total em 12 pessoas e nem todos trabalharam juntos ao mesmo tempo. Sempre que um entrava - geralmente para susbstituir o outro que tinha saído - era apresentado ao restante da turma e todos viraram amigos. Foi instituído - não sei como, nem quando e nem porquê apesar de sermos todos jornalistas e estas, questões básicas de um lead - fazermos periodicamente Happy Hours (o famoso HH). É sempre divertido, é sempre hilário e a gente (quase) sempre fala mal da ex-chefe que é verdadeiramente uma louca psicopática. Acontece que para combinarmos um mísero encontro trocamos mais - bem mais - de cem e-mails por vez. É um verdadeiro absurdo e uma verdadeira troca de abobrinhas. Além do que é quase impossível achar uma data que a maioria das pessoas possa, um verdadeiro parto. Mas é sempre muito divertido - isso é certo.
Hoje, por exemplo, um dos meninos mandou um e-mail para zuar o outro como de praxe. Falava de um brasileiro com sobrenome Lo Turco, que corria de moto. Acontece que na turma um dos meninos tem sobrenome Loturco. E então o e-mail anexava a notícia e perguntava se aquilo era, por acaso, profissão para um pai de família? É ele é pai e as piadas são sempre as piores. E ainda ficam competindo quem faz a pior e vence no final. Posso com uma coisa destas?